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O Amor de Deus!

O-Amor-de-Deus

O amor de Deus, o Criador de Toda a Criação!

  • Assim, O amor de Deus, o Criador de Toda a Criação, é verdadeiramente maravilhoso e incomparável. Antecipadamente. Ele nos ensina que o amor é sofredor e benigno, De antemão,  mostrando-nos que o verdadeiro amor não evita o sofrimento, mas o enfrenta de maneira compassiva e gentil.

Tudo Vem Dele, O amor de Deus…

  • O Amor de Deus, Além disso, o amor de Deus não é invejoso. Acima de tudo.  Ele não deseja o que pertence ao outro, mas se alegra no que possui e compartilha generosamente com aqueles que O amam.  Antes de mais nada.  O amor de Deus não se vangloria ou se envaidece, pois Ele é humilde e reconhece que tudo o que temos e somos vem d’Ele. A princípio. Ele nos ensina a sermos gratos e a reconhecermos que tudo vem da Sua generosidade e bondade.

Amor Perfeito, O amor de Deus…

  • O Amor de Deus, Desde já. Esse amor também não se porta inconvenientemente. Primeiramente. Ele não age de maneira rude ou imprópria, mas sempre busca o bem-estar e a felicidade do outro. Antes de tudo. Não é egoísta, não busca apenas seus próprios interesses, mas está disposto a sacrificar-se pelos outros. O amor de Deus…

Paciente e Compreensivo, O amor de Deus…

  • O Amor de Deus, Além disso, o amor de Deus não se irrita facilmente. Primordialmente. Ele é paciente e compreensivo, dando espaço para que os outros errem e se arrependam. Antes de tudo. Não suspeita mal das intenções alheias, mas confia e acredita no melhor das pessoas.

Justiça e Igualdade, O amor de Deus…

  • Desde sempre. Esse amor também não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade. A princípio. Ele se opõe a qualquer forma de opressão, desigualdade ou maldade, sempre buscando a justiça e a igualdade para todos.

Reconhecedor, O amor de Deus…

  • Ainda mais. O amor de Deus é capaz de suportar todas as dificuldades e adversidades e ainda assim permanecer firme. Bem como. Ele é benevolente, desejando sempre o bem do próximo sem nenhum motivo para inveja. Assim como. O amor de Deus não se gaba ou se orgulha, pois reconhece que todas as coisas pertencem a Ele e são dadas por Ele.

Compreensivo, O amor de Deus…

  • Do mesmo modo. Esse amor não é arrogante ou presunçoso, pois compreende a humildade e a importância de tratar a todos com respeito e consideração. Contudo. Ele não age de maneira inconveniente ou egoísta, mas está sempre disposto a servir e buscar o melhor para o outro.

O-Amor-de-Deus

Muito Gentil, O amor de Deus…

  • Juntamente com. Esse amor não se irrita facilmente e não tem espaço para suspeitas maldosas. Em outras palavras. Ele não se alegra com a injustiça, mas encontra alegria na verdade e na retidão. Assim como. O amor de Deus é capaz de suportar tudo, desde a dor e o sofrimento até as adversidades da vida. Do mesmo modo. Ele é gentil e bondoso, não deseja o mal para ninguém. Ao contrário, o amor de Deus se alegra com o bem-estar e a felicidade dos outros.

Verdadeiro Amor, O amor de Deus…

  • Ainda mais. O amor verdadeiro não é invejoso, não sente ciúmes ou deseja possuir o que pertence ao próximo. Contudo. Ele não tem orgulho ou arrogância, não se gaba nem se envaidece. O amor de Deus é humilde e compreensivo, Ainda assim, sempre tratando os outros com respeito e consideração.

O Seu Agir, O amor de Deus…

  • Além disso. Ele não age de forma inconveniente, não impõe suas vontades sobre os outros e não busca apenas seus próprios interesses. Porém.  O amor de Deus é desprendido e altruísta, preocupando-se com o bem-estar dos outros antes do seu próprio.  Em outras palavras. O amor verdadeiro não se irrita facilmente e também não assume o p ior do outro. Além disso, o amor não se regozija com a injustiça, mas encontra alegria na verdade.

O Sacrifício de Deus, O amor de Deus…

  • Ou seja.   O amor de Deus, o Criador de toda a criação, é o exemplo perfeito de um amor que é sofredor e benigno. Agora. Ele não é invejoso nem se vangloria, pois seu amor é desinteressado e verdadeiro. Deus não se ensoberbece, pois Ele é humilde e coloca as necessidades dos outros antes das suas. ” Constantemente. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. ”    ( João 3.16 )

Amor Divino, O amor de Deus…

  • Desde que.  Esse amor divino também não se porta inconvenientemente, agindo de maneira inadequada ou egoísta. Agora. Ele não busca apenas seus próprios interesses, mas está sempre disposto a servir e cuidar do próximo.

Não é Irritadiço, O amor de Deus…

  • Enquanto.  O amor de Deus não se irrita facilmente, Em suma, pois Ele compreende, perdoa e dá inúmeras chances para que seus filhos se arrependam e retomem o caminho da verdade e do amor. Em seguida. O amor de Deus é tão grande que Ele é capaz de suportar todas as adversidades e sofrimentos que possamos enfrentar. Logo depois. Ele é benigno, bondoso e misericordioso, sempre disposto a estender a mão para nos ajudar.

Nunca Invejoso, O amor de Deus…

  • Ao mesmo tempo.  Esse amor divino não é invejoso, pois Deus é completo em si mesmo e não necessita invejar nada de ninguém. Em seguida. Ele não se vangloria nem se ensoberbece, pois sabe que todos os méritos e glórias pertencem a Ele.

Conduta Perfeita, O amor de Deus…

  • Posteriormente. Deus não se porta inconvenientemente, Ele tem uma conduta perfeita e correta. Ao mesmo tempo. Ele não busca os seus próprios interesses, mas sim o bem dos seus filhos. Eventualmente. O amor de Deus não é egoísta, pois Ele sempre pensa no que é melhor para nós.

Sempre Paciente, O amor de Deus…

  • Nesse ínterim.  O amor de Deus não se ressente, não guarda mágoas, não se alimenta de inveja ou ciúmes. Ele é paciente e não se orgulha de suas realizações. Atualmente. O amor de Deus não é arrogante, não age de maneira imprópria ou inoportuna. Nesse meio tempo. Ele não busca apenas seus próprios interesses, mas está sempre disposto a ajudar, a servir e a se doar pelo bem dos outros.

Sempre Confiante, O amor de Deus…

  • Antes que. Observamos e meditamos. O amor de Deus não se irrita facilmente, não guarda rancor. Ele não é desconfiado, Em suma, não suspeita do próximo sem motivo. Ao passo que. Pelo contrário, ele é cheio de confiança e de fé no outro. O amor de Deus não se alegra com a injustiça, Às vezes, não se compraz com o sofrimento alheio, mas encontra alegria na verdade, na justiça e na retidão.

Incondicional, O amor de Deus…

  • Analogamente. O amor de Deus é incondicional, Logo, é o amor perfeito em sua essência. Ele é capaz de suportar as dores e tribulações, de ser paciente e gentil mesmo diante das adversidades. Da mesma forma.  Esse amor não nutre sentimentos de inveja, não se orgulha, nem se envaidece. De acordo com.  Ele não se comporta de maneira egoísta ou inconveniente, Bem como, pois sua natureza é voltada para o bem-estar do outro.

Compreensível, O amor de Deus…

  • Conforme. Esse amor não se irrita facilmente, não guarda ressentimentos ou suspeitas infundadas. De maneira idêntica. Pelo contrário, ele busca compreender, perdoar e construir um relacionamento baseado na confiança mútua. Tanto quanto.  O amor de Deus não se alegra com a injustiça, Porém, mas se alegra com a verdade e a justiça prevalecendo.

Benevolente, O amor de Deus…

  • Assim como.  Esse amor é capaz de suportar tudo, seja a dor, a desilusão, as dificuldades da vida. Ao contrário.  É um amor que se manifesta de maneira benevolente, Assim, sempre buscando o bem-estar e a felicidade do outro, Assim, sem alimentar sentimentos de inveja ou arrogância.

Sem Reservas, O amor de Deus…

  • Enfim.  Esse amor não se exibe ou se orgulha, Dessa forma, pois reconhece que o verdadeiro valor está na entrega desinteressada, no serviço ao próximo. Definitivamente. Ele não se comporta de maneira inadequada, não age de forma egoísta, buscando apenas satisfazer seus próprios interesses. Dessa forma. Ao contrário, ele se preocupa com o bem-estar dos outros e procura agir de forma respeitosa em todas as situações.  Por fim. O amor de Deus é um amor que não se deixa levar pela ira facilmente, não alimenta pensamentos malignos ou suspeitas infundadas.

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